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Domingo da Páscoa do Senhor

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“Vi Cristo Ressuscitado, o túmulo abandonado. Os anjos da cor do sol, dobrado ao chão lençol...”

A fé cristã está alicerçada na certeza da Ressurreição de Jesus Cristo. Neste domingo, 04 de abril, toda a Igreja celebrou a festa da Páscoa, o memorial da paixão, morte e ressurreição de Jesus, fonte da esperança e do anúncio da Salvação.
Como relata a primeira leitura da liturgia retirada dos Atos dos Apóstolos, Jesus, após ressuscitar dos mortos, apareceu à algumas testemunhas e pediu para elas que anunciassem a salvação, que está em crer em Jesus (Cf. Atos 10,43). Hoje, anos depois das primeiras testemunhas, a comunidade católica de Muzambinho se tornou a testemunha da ressureição e da vida nova renovada por meio desta Páscoa.

Como os discípulos, que foram correndo até o túmulo para ver se Jesus realmente não estava mais lá, como havia dito as mulheres, todos que fizeram esta experiência de fé, também deve correr ao encontro da proposta de vida feita por Jesus de Nazaré. De modo especial neste tempo pandêmico, se esforçar para cuidar da sua saúde e da saúde de todos.

O túmulo está vazio e os lençóis dobrados, como quem deixa o recado de que voltará, não mais para ocupar o sepulcro vazio, mas o vazio presente no mundo, presente em cada ser humano. A esperança que surge na Páscoa do Senhor é a de que todos os sofrimentos não são em vão, mas fazem parte de uma grande oferta de salvação e que, no tempo certo, o Senhor virá e dará sentido a tudo. O vazio que, às vezes, experimentamos diante dos sofrimentos e incertezas será preenchido pelo seu amor e sua misericórdia.

Nas próximas semanas, toda a liturgia irá apontar para os testemunhos da Ressureição. Acompanhemos cada detalhe, para aprendemos como as primeiras comunidades perceberam Jesus em seu meio e como nós podemos percebê-lo em nosso meio hoje.

Feliz Páscoa! Por Seminarista  Luiz Fernando Gomes